CAPI, COMO É CONHECIDO POPULARMENTE, NASCEU NO PEQUENO MUNICÍPIO DO AFUÁ NO PARÁ, E AINDA CRIANÇA VEIO COM OS PAIS PARA O AMAPÁ ONDE TRABALHOU DESDE OS DEZ ANOS DE IDADE. AOS DEZESSETE INTEGROU O MOVIMENTO ESTUDANTIL, O QUE LHE ABRIU CAMINHOS MAIS AUDACIOSOS. LOGO ESTAVA LIGADO À ALIANÇA LIBERTADORA NACIONAL DE CARLOS MERIGUELA, EXECUTANDO ATIVIDADES GUERRILHEIRAS NO SUL DO PARÁ. PRESO PELOS MILITARES, JUNTAMENTE COM SUA ETERNA COMPANHEIRA, JANETE CAPIBERIBE QUE, COM SUA AJUDA, IMPRIMIU FUGA DEPOIS DE ONZE MESES DE PRISÃO NO ENTÃO PRESÍDIO SÃO JOSÉ EM BELÉM DO PARÁ... OS PRIMEIROS ANOS DE EXÍLIO FORAM PASSADOS ENTRE A BOLÍVIA, O PERU, O CHILE, CANADÁ E AFRICA. NA AMERICA LATINA JOÃO CONVIVEU COM POVOS RIBEIRINHOS, OPERÁRIOS, CAMPONESES, ÍNDIOS, CAMINHONEIROS, ARTESÃOS, COM DIVERSAS SITUAÇÕES DE POBREZA, DE MISÉRIA, DE INJUSTIÇAS, DE DEVASTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE...LEIA MAIS>>
Lei Capiberibe entra em vigor a partir de maio e abre as contas públicas do país - PSB Nacional, 02/03/2010
"O maranhense ganhou a briga por uma hegemonia política no Amapá contra João Capiberibe e conseguiu a exclusão do ex-governador da cena institucional por meio de uma ação na justiça eleitoral semelhante à que agora deu o governo do Maranhão à sua filha. Capiberibe teve o seu mandato de senador cassado em 2005. Ele e sua mulher, a então deputada federal Janete Capiberibe, foram os primeiros dessa leva da chamada Lei do Bispo, criada a partir de uma emenda popular coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de 1998. Capiberibe foi acusado de comprar dois votos por R$ 26 reais. Assumiu no lugar dele o senador ligado ao grupo dos Sarney Gilvan Borges, do PMDB, que perdeu nas urnas a disputa para o Senado para o ex-governador do Amapá, em 2002." (OGLOBO) Leia Mais>>
Enfim, o Projeto Transparências nas Contas Públicas é aprovado na Câmara Federal, e vai à sanção do presidente Lula, o qual disponibiliza as contas publicas dos governos na internet, que dispõe a qualquer cidadão comum verificar despesas dos seus governantes. O projeto foi implantado pelo então governador João Capibaribe quando esteve a frente do governo do Amapá. Com este projeto, Capiberibe não deixou “brechas”, durante seu governo, à corrupção. Agora é um passo importante para combatê-la no país.
Comentário do site: Para se ter uma idéia da ferramenta que é o PROJETO TRANSPARÊNCIAS NAS CONTAS PÚBLICAS no combate à corrupção, pode-se citar um de vários exemplos: depois de quatro anos que Capiberibe deixou o governo, passando para seu sucessor, foi possível constatar, através da internet, que o governo do Amapá em 2006, pagou por um pacote de bolacha R$7,90, quanto que em qualquer esquina daquela cidade, a média do preço do mesmo pacote girava em torno de R$2,35.
Foi longa, porém, a tramitação do projeto no Congresso. Ele foi apresentado em 2004, pelo então senador João Capiberibe (PSB-AP). O Senado aprovou-o com presteza, enviando-o para a Câmara em novembro do mesmo ano. Um ano depois, o texto já tinha parecer favorável aprovado pelas comissões técnicas da Câmara que o examinaram, mas, desde 2005, aguardava a decisão do plenário. Deputados governistas não queriam votar o texto aprovado pelo Senado. Leia Mais>>
"No woman, no cry
No woman, no cry
Bem que eu me lembro a gente sentado ali na grama do aterro sob o sol
Observando hipócritas disfarçados rondando ao redor
Amigos presos, amigos sumindo assim, prá nunca mais
Nas recordações retrados do mal em si, melhor é deixar prá trás
Não, Não chores mais
Não, Não chores mais" (Gilberto Gil)
Neste link o protagonista narra, em seis capítulos, sua luta contra o regime militar e os anos de exilio em diversas partes do mundo... Leia Mais...
“Estranhamente, o mesmo tratamento não teve, em 2004, o Senador João Capiberibe, do PSB do Amapá. Cassado pelo TSE, sob a acusação de ter comprado dois votos a 26,00 reais cada, Capiberibe foi praticamente enxotado do Senado, apesar do pedido assinado por 51 Senadores para que a Mesa Diretora lhe desse mais tempo para recorrer da decisão.” Leia Mais>>
Pouco tempo antes de ser assassinado, Chico Mendes andando pela floresta do Acre, pára em frente a uma árvore de copaíba e explica ao meu amigo jornalista Elson Martins... Leia Mais>>
LUIZ ALBERTO MONIZ BANDEIRA > Cientista político, professor emérito da Universidade de Brasília e autor de "As Relações Perigosas: Brasil-Estados Unidos de Collor a Lula, 1990-2004", "Brasil, Argentina e Estados Unidos" e "De Martí a Fidel: a Revolução Cubana e a América Latina". Leia alguns de seus artigos AQUI>>
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