JOÃO CAPIBERIBE é Apontado como o "Maior Amapaense de Todos os Tempos" Saiba Mais Aqui>>

Democracia do oprimido x Socialismo democrático

Casal Capiberibe: Dois seres preciosos

O  caso Capiberibe :  Passo a passo de uma farsa

Carta aberta a Carlos Veloso

E agora José?

João Capiberibe explica o projeto Transparência ao procurador-geral da República

João Capiberibe é Apontado como o "Maior Amapaense de Todos os Tempos"

José Sarney não quer João Capiberibe comandando a Sudam

Casal Capiberibe recebe solidariedade no Congresso Nacional

Discurso da Dep. Janete que o poder não queria ouvir, mas ouviu.

João Capiberibe recebe Maior Comenda do Acre

Nelson Jobim: Mocinho ou bandido?


Por Nezimar Borges

18 de Março de 2007

Os seres humanos são passivos de erros e acertos, às vezes, os atos humanos vão alem de sua imparcialidade, acabam sendo tendenciosos - é a eterna contradição humana - quando seus interesses estão em jogo, sua sobrevivência politica em determinado meio é levado como um fator vital de exarcerbada importancia. Ocasionando atropelos e, para tornar certo seus objetivos acaba-os adquirindo em detrimento de outros. Ainda sobre a eterna contradição humana – o que é ruim para “ti” pode ser bom para o “eu” sem levar em conta a ética, a moral, os bons costumes e o que é fundamental, sem levar em conta a Justiça. Mas como acreditar nela se ela é composta de pessoas, seres humanos intrínsecos de contradições e interesses. A justiça brasileira é dotada de casos absurdos, de fatos que nos remetem a questionar seu verdadeiro papel na sociedade. As falhas humanas podem até ser aceitas e corrigidas, mas as falhas viciadas, de má fé, essas sim devem ser analisadas para ter-se uma opinião contraria a certas posições e julgamentos, assim forçar a sociedade a uma postura de Justiça e na conseqüência corrigi-los. Quem nunca presenciou casos e casos de justiça em detrimento a Justiça. Aquela testemunha que por força psicológica fez todos acreditarem em mentiras que de tanto contar com habilidade e extrema convicção acaba por verdades – mentiras que contadas muitas vezes acabam por sendo verdades. Quem nunca presenciou um preso que depois de anos e anos foi solto devido só no momento é que a verdade veio à tona? A fraude de Ibsem Pinheiro, ou como no momento é mais discutida, a fraude do Impechement de Collor, como alguns queiram. Atentai bem!!

Diante de toda essa problemática, o caso do casal Capiberibe vem à tona. As circunstancias de como ocorreu todo processo, as pessoas envolvidas, os interesses envolvidos, os partidos envolvidos e o que supõe-se ser mais grave – Será que a Justiça envolvida, também? Se não vejamos: A passagem do poder no Brasil das mãos dos militares para as mãos dos civis nas eleições indiretas para presidente do Brasil em 1985, após o titular ter morrido, o vice assumiu. E numa postura que lhe cabia no momento, indicou algum ou todo os ministros do Supremo Tribunal Federal STF. Diante desses fatos, politicamente quando um político lhe indica e no futuro esse mesmo político precisar de um favor seu, fica-se à pergunta - Será que irá atender esse pedido? Será que teve a influencia de alguém ou de “alguens” no Caso Capiberibe?

No Brasil há casos, digo leis gritantes como, por exemplo, de ministro presidente do STF ser filiado a um partido, ser parte de interesses de um grupo político e mesmo assim julgar casos de partidos adversários de pessoas adversárias a ideologia de seu partido. O caso do Casal Capiberibe foi esdrúxulo e absurdo a ponto de fazermos a pergunta: Nelson Jobim: Mocinho ou bandido?

Sabe-se de matérias, segundo a mídia, do seu envolvimento em casos de corrupção, a própria mostrou no ano passado indícios de seu envolvimento a questões de corrupção dentro da justiça. Mas como acreditar na sentença do STF tendo Nelson Jobim – presidente do STF - fiel e escudeiro amigo do senador Jose Sarney o qual foi cotado por seu grupo do PMDB do próprio Sarney e de Renan para presidir a presidência do mesmo, o que seria ele, hoje, o presidente do PMDB não fosse uma manobra espetacular - o de fazer política - do presidente Lula. Diante do discorrido faz-se novamente a pergunta, será ele bandido ou mocinho? Vale lembrar no rito final do caso Capiberibe em ultima instancia no empate de 3 a 3 o voto de Minerva de Jobim, que numa só “canetada” tirou os mandatos do Casal Capiberibe.

No entanto a entrevista para agencia Estado desta semana o vice-presidente do STF, Gilmar Mendes declara que há certas instituições do judiciário mascaram ações de fundo partidário, fazendo referencia aos MP’s Ministérios Públicos. Respondendo a pergunta sobre a ação que o procurador Luiz Francisco abriu contra ele de improbidade e de enriquecimento ilícito, ele fala que os membros do MP’s se tornaram símbolos negativos de uma instituição importantíssima da constituição de 1988, que algumas ações do ministério publico são orquestradas e que esse tipo de pratica é um desserviço que partidos políticos e seus simpatizantes prestam a Justiça. E ele vai mais alem. Diz que há uma organização que não é somente “privilegio” do Ministério Publico, mas de outras instituições da Justiça, e diz que é uma faceta do “aparelhamento”, apropriação de instituições para fins políticos partidários.

Não é difícil de se associar às palavras de Gilmar Mendes aos Tribunais Eleitorais, ou o próprio Supremo Tribunal Federal que passou anos sendo presidida por Nelson Jobim.

*Escrito e Publicado por Nezimar Borges

 

 

LUIZ ALBERTO MONIZ BANDEIRA

Cientista político, professor emérito da Universidade de Brasília e autor de "As Relações Perigosas: Brasil-Estados Unidos de Collor a Lula, 1990-2004", "Brasil, Argentina e Estados Unidos" e "De Martí a Fidel: a Revolução Cubana e a América Latina". Leia alguns de seus artigos AQUI>>

AJUDE O SITE "históriadocapi" A SOBREVIVER. FAÇA UMA DOAÇÃO AQUI>>>

Trajetória | Capiberibe na Mídia | Anos de Chumbo | Luta pelo mandato | Artigos | Entrevistas
Página Inicial | Idealizador do Site | Notícias | Fale Conosco
Transparência | Desenvolvimento Sustentável | Amazônia
Mundo | Especial | Socialismo do Séc. 21
Site feito por: Nezimar Borges: borges@unifap.br
Copyright © 2006-2010 - Nezimar Borges