Perseguido indomável
O repórter Rodrigo Martins da revista Carta Capital viajou ao Amapá para conhecer as implicações políticas que motivam as constantes cassações de João Capiberibe e Janete Capiberibe. Eleitos pelo voto popular em 2002, foram cassados pelo TSE em 2004. Eleitos novamente em 2010, tiveram a cassação estendida pelo mesmo TSE com base na chamada Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010), ela própria questionada em sua constitucionalidade e vigência. Janete Capiberibe foi eleita pela terceira vez como a deputada federal mais votada do Amapá, mas não poderá assumir por conta da decisão do TSE. João Capiberibe foi eleito senador mas o TSE decidiu que sua vaga será do 3º colocado Gilvam Borges, o mesmo para quem o TSE deu o mandato de Capiberibe em 2004. João Capiberibe é autor da Lei Complementar 131/2009, que obriga a transparência nas contas públicas. Janete Capiberibe é autora da proposta que obriga a impresão do voto eletrônico a partir de 2014, aperfeiçoando e permitindo auditorias no sistema eletrônico de votação. Leia abaixo para saber por que despertam tanta ira dos seus adversários e tanta admiração no povo do Amapá.

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