Foto de Sarney vira ‘constrangimento’ para a filha, divulga imprensa nacional
Sarney nunca mais!
A governadora Roseana Sarney quer dissociar sua imagem da figura principal do clã: o pai e presidente do Senado, José Sarney, conforme informou, ontem, ao jornal O Estado de São Paulo. Como?
Está a querer imitar um dos netos do senador, que pediu para retirarem da sua identidade o sobrenome do avô – Sarney? Para Roseana, isso é muito mais difícil. É considerada a principal herdeira dos feitos políticos do pai e do seu jeito coronelão de ser. Costuma-se dizer que Roseana é o Sarney de saias, o pai sem os bigodes.
Mas a atitude de Roseana de “não querer ser fotograda ao lado de imagens de Sarney espalhadas pela casa no Calhau” é um gesto pensado e decidido. Tanto que o “o senador não apareceu ao lado de Roseana em nenhuma das solenidades de posse e diplomação, na sexta-feira”, diz a matéria do Estadão.
Isso revela a certeza da governadora empossada de quanto os maranhenses têm como maléfico para o seu estado o nome e o personagem Sarney. Juntar-se a ele, assim, é um desastre eleitoral na certa.
E Roseana já está em campanha para o governo de 2010. Alguém duvida? 1 ano e 8 meses de governo pode ser pouco para bem administrar um Estado, mas na sua visão tempo suficiente para voltar a ser governadora. Dessa vez, pelo voto.
Porém, nem Antônio Melo e a Pública serão capazes de apagar da cabeça dos maranhenses a equação Roseana é igual a Sarney. Roseana é Sarney. Roseana Sarney. Murad não seria muito pior? Por isso, a governadora empossada deve ir logo se preparando para herdar tudo o que seu pai amealhou em vida...
Inclusos o Convento das Mercês e o seu mausoléu!
De mal a pior
A relação de Tarso Genro com José Sarney, que já era ruim, não vão melhorar com a mais recente declaração do ministro da Justiça, que criticou a “judicialização da política” no dia em que Roseana (PMDB) tomou posse no Maranhão. Sarney, como se sabe, não descansou até que o TSE tirasse Jackson Lago (PDT) do cargo. (Painel da Folha de S.P)
*Publicado por Nezimar Borges
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