JOÃO CAPIBERIBE é Apontado como o "Maior Amapaense de Todos os Tempos" Saiba Mais Aqui>>

Sobre o Casal Capiberibe: Uma fraude e duas vidas públicas de serviço ao Brasil

João Capiberibe: Perseguido indomável

João Capiberibe, Heloísa Helena e Protógenes Queiroz em ato do PSOL contra o desemprego e a corrupção

Carta aberta ao senador Renan Calheiros

Casal Capiberibe: Dois seres preciosos

O  caso da cassação de Capiberibe:  Passo a passo de uma farsa

Carta aberta a Carlos Veloso

João Capiberibe explica o projeto Transparência ao procurador-geral da República

João Capiberibe é Apontado como o "Maior Amapaense de Todos os Tempos"

João Capiberibe recebe Maior Comenda do Acre

Conheça os principais pontos turísticos da capital amapaense

História, cultura e religiosidade
nos pontos turísticos de Macapá

Fonte: Detur - Departamento de Turismo do Amapá
Fotos: Detur e GEA (Governo do Estado do Amapá)

Pensado em visitar Macapá? A capital do meio do mundo possui lugares que você não deve deixar de conhecer. São pontos turísticos que revelam um pouco da história, cultura e religiosidade desse povo que sabe preservar e divulgar os seus valores.

Então, bom passeio!! E não esqueça da máquina fotográfica!!

Fortaleza de São José

A Fortaleza de São José de Macapá é, para os amapaenses, uma das maiores referências, por representar um marco cultural, arquitetônico e histórico. Está localizada na foz do Rio Amazonas, em frente à capital amapaense. Foi erguida entre 1764 e 1782 pelas mãos de negros e índios, escravos da colonização portuguesa. No passado, tinha a função de garantir o domínio lusitano no extremo norte do Brasil. Hoje é um dos principais pontos turísticos de Macapá.

Vista de cima, a Fortaleza se assemelha a uma estrela, pela disposição de seus quatro baluartes, batizados pelo então Governador e Capitão-General Fernando da Costa de Athayde Teive com os nomes de Madre de Deus, São Pedro, Nossa Senhora da Conceição e São José. Na parte de dentro, encontram-se os prédios que abrigavam os antigos armazéns, capela, casa de oficiais e do comandante, casamatas, paiol e hospital, além dos elementos externos componentes do complexo, como revelim, redente, fosso seco e baterias baixas.

Em 22 de março de 1950, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Recentemente reformada pelo Governo do Estado, a Fortaleza ganhou o Museu Joaquim Caetano da Silva e o serviço de visita monitorada por guias.

Endereço: R. Cândido Mendes, s/n° - Centro - Fone (96) 212 5118
Visitação: terça-feira a domingo, das 8 às 18 h.


Parque do "Meio Mundo"

É formado pelo Monumento do Marco Zero do Equador, Estádio Zerão, Escola Sambódromo de Artes Populares e a Panela do Amapá.

Monumento do Marco Zero - Macapá é a única capital do Brasil cortada pela linha do Equador, a linha imaginária que divide a Terra em dois hemisférios. Para contemplação do fenômeno natural "equinócio", que acontece nos dias 21 ou 22 de março e 22 ou 23 de setembro, foi construído um "Relógio de Sol". O Monumento Marco Zero também possui no seu terraço um espaço para shows, além de salão para exposições, bar e lanchonete e lojas para venda de produtos locais.

Estádio Estadual Milton de Souza Corrêa - O Estádio Estadual Milton de Souza Corrêa, o "Zerão", tem capacidade para 8 mil pessoas. Foi construído de uma forma em que o campo de futebol foi dividido pela linha do Equador, possibilitando que um time de futebol jogue no hemisfério Norte e outro no hemisfério Sul.

Escola Sambódromo de Artes Populares - A "Escola Sambódromo de Artes Populares" é composta pelo Sambódromo, onde ocorrem o desfile das escolas de samba e dos blocos carnavalescos, o festival da quadra junina e os grandes shows musicais. Tem capacidade para aproximadamente 18 mil pessoas e fora do período momesco, transforma-se na Escola de Artes Populares do Amapá, com salas de aula para cursos de curta e média duração, valorizando segmentos da cultura popular.

Panela do Amapá - A Panela do Amapá foi criada para atender o turista e valorizar a gastronomia regional, com seus temperos exóticos e restaurantes com comidas típicas da região.

Endereço: Todo o complexo situa-se a 2 km do centro de Macapá.


Igreja de São José

É o monumento mais antigo da cidade. Foi construída no século XVIII. Seus traços são inspirados no estilo neoclássico. Inaugurada no dia 6 de março de 1761, possui uma arquitetura simples, mas bela, obra dos padres jesuítas que chegaram ao Amapá no século XVI. Com a chegada dos padres do PIME (Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras), em 1948, sofreu algumas modeificações. Suas paredes têm lápides, que chamam a atenção dos visitantes por guardarem restos mortais de figuras ilustres do Amapá.

Endereço: Av. São José s/n - Bairro Central. Telefone: (96) 222 2438

Museu Sacaca do Desenvolvimento Sustentável

Casa do ribeirinho no Museu Sacaca

O espaço leva o nome de um dos mais populares cidadãos da história amapaense, profundo conhecedor de plantas e ervas medicinais: Seu Sacaca. O Museu transmite à comunidade, por meio de palestras, exposições e seminários, os trabalhos desenvolvidos pelo Governo do Estado, através do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá - IEPA.

A área ocupada pelo projeto possui 12 mil metros quadrados, abrigando um pequeno rio, que serve para a criação de peixes da região. Conta com casas típicas do castanheiro, do seringueiro e de várias etnias indígenas existentes no Amapá, proporcionando ao visitante a oportunidade de vivenciar a realidade das comunidades tradicionais da Amazônia, seu modo de vida e suas experiências de sustentabilidade.

Endereço: Av. Feliciano Coelho, ao lado do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa).

Trapiche Eliezer Levy

Originariamente construído na década de 40, é o local onde atracava a maioria das embarcações que chegava a Macapá. Passou por muitas reformas, até ser totalmente reconstruído em concreto armado, constituindo um padrão estrutural permanente, o que contribuiu para melhoria urbanística de Macapá e para a preservação da história do povo amapaense. Com seus 386 metros de extensão, é servido por um bondinho elétrico para transporte de turistas, sorveteria, área coberta, estação de embarque e desembarque de passageiros, restaurante e uma pequena praça.

Centro de Cultura Negra

Quarenta e cinco por cento da população do Amapá é formada por negro. Para homenagear parte do povo amapaense, no dia 5 de setembro de 1998, no bairro do Laguinho, foi inaugurado o Centro de Cultura Negra. O espaço representa a revitalização e a valorização da cultura negra no Amapá. Com seis blocos edificados numa aérea de 7,2 mil m2, compreende um Anfiteatro, Museu do Negro, Auditório, Espaço Afro-Religioso, Sala de Múltiplo Uso e Administração. Trata-se de um espaço democrático, que é utilizado, principalmente, para divulgar e preservar a cultura afro-brasileira.

Endereço: R. Gal. Rondon, s/n - Laguinho
Telefone: (96) 222 4957

Casa do Artesão

É o maior centro do artesanato amapaense. Seu principal objetivo é fomentar a atividade artesanal no Estado e promover a geração de trabalho e renda para os artesãos locais, possibilitando assim, a exposição e a comercialização de seus produtos. O artesanato indígena também está presente, representado pelos trabalhos dos povos Waiãpi, Karipuna, Palikur, Galibi, Apari, Waina, Tirió e Kaxuiana. Na confecção das peças são utilizados vime, madeira, argila, fibra vegetal, sementes, penas, entre outros elementos retirados da natureza, sem impactar o meio ambiente.

Endereço: Av. Azarias Neto s/n- Bairro Central
Telefone: (96) 212 9156

Complexo Beira Rio

Situa-se em frente à cidade de Macapá, às margens do Rio Amazonas. É formado por um conjunto de Quiosque de 4 bares, com vendas de comidas e bebidas; 3 soverterias e 1 bonbonier, 1 parque infantil, ciclovia, área para prática de esportes como caminhada, futebol, voleibol, entre outros. A presença majestosa da Fortaleza de São José de Macapá, Trapiche Eliezer Levy, Pedra do Guindaste, além da Casa do Artesão e Casa do Índio, Praça Issac Zagury, Intendência de Macapá complementam o complexo, além de contribuir como fator paisagístico urbano para cidade de Macapá.


Mercado dos Produtos da Floresta

O Mercado dos Produtos da Floresta é uma conquista dos agricultores, pescadores, extrativistas, artesãos, criadores, pequenos e médios agroindustriais amapaenses que, juntamente com o Governo do Estado, aceitaram o desafio de criar uma nova matriz econômica baseada na exploração dos produtos naturais da região. É também a comprovação da capacidade associativa desses produtores, que se organizam em cooperativas para gerar emprego e renda segundo as regras da sustentabilidade: ou seja, produzindo riqueza e qualidade de vida para todos, sem esgotar os recursos da natureza. Trata-se, portanto, de uma conquista do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA).

Essa conquista começou com a organização dos castanheiros do sul do Estado em 1995. Eles foram os primeiros a acreditar no PDSA, passando da condição de castanheiros explorados e descapitalizados para a de exportadores bem sucedidos. O Governo do Estado tem assegurado apoio técnico e científico através do Iepa (Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá), bem como os investimentos e créditos iniciais.

O Mercado dos Produtos da Floresta começa a funcionar com a venda de 50 produtos semi-industrializados: são sorvetes de frutas naturais, polpas de frutas, castanha torrada e desidratada, paçoca, biscoitos e azeite de castanha, palmito de Cajari, mel de abelha silvestre do Bailique, açaí, flores do cerrado, bombons, leite, queijo, manteiga e artesanato etc. Também os produtos do Iepa (mais de 70 fitoterápicos) vão estar à venda no Mercado, que por suas características originais, será considerado uma atração para os turistas, devendo funcionar também aos sábados, domingos e feriados.

O Mercado dos Produtos da Floresta é, portanto, uma vitrine do PDSA, a concretização de uma economia sustentável que abre perspectivas de emprego e renda em todo o Estado do Amapá, apontando para um futuro de prosperidade.

O Mercado, por sinal, soluciona outra limitação da Feira, que é a venda exclusiva de produtos in natura. Nele, os produtos são industrializados ou semi-industrializados, atendendo assim novas necessidades do mercado consumidor. O Mercado dos Produtos da Floresta, foi inaugurado no dia 21 de março de 2000.

Fonte: DCS - Deptº de Comunicação Social

*Publicado por Nezimar Borges

 

AJUDE O SITE "históriadocapi" A SOBREVIVER. FAÇA UMA DOAÇÃO AQUI>>>
Trajetória | Capiberibe na Mídia | Anos de Chumbo | Luta pelo mandato | Artigos | Entrevistas
Página Inicial | Idealizador do Site | Notícias | Fale Conosco
Transparência | Desenvolvimento Sustentável | Amazônia
Mundo | Especial | Socialismo do Séc. 21
Site feito por: Nezimar Borges
Copyright © 2006-2012