Revolução cubana afogou corruptos em piscina cheia de fezes
Local: Brasilia
Fonte: Ray Cunha
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Brasília – Quando Fidel Castro tomou o poder em Cuba reservou uma forma especial para matar os ratos mais influentes da elite corrupta de Fulgencio Batista. Mandou encher uma piscina de fezes humanas, ordenou que amarrassem pés e mãos da escória de colarinho branco e atirar um a um, os ratos, na piscina. No Brasil, seria preciso uma piscina olímpica.
A corrupção só é tão descarada no Brasil porque a maioria da população é analfabeta ou semi-alfabetizada. O estado nunca investiu na Educação em escala, continuamente e de forma sempre estimulada. Quando a massa vê na televisão um político dizendo que não roubou, que a imprensa está inventando histórias, acredita. Pior: os barões da imprensa são os próprios políticos. E ainda vem Lula com essa conversa e de televisão pública.
Como se não bastassem os salários astronômicos dos parlamentares e as cifras escandalosas auferidas pelas diversas quadrilhas desbaratadas pela Polícia Federal, surge o bochincho de que o Senado teria servido de motel. Por que será que Renan Calheiros (PMDB/AL) está recebendo apoio quase unânime de seus pares?
Até quando a população do país suportará tanta bandalheira? Até quando ladrões de colarinho branco fichados na polícia continuarão dando as cartas nos plenários das casas legislativas país afora? Até quando juízes quadrilheiros serão apenados com aposentadoria e salários integrais? Até quando o sistema de licitação em todo o país continuará viciado como máquina caça-níquel?
Só há uma coisa realmente séria que pode ser feita agora: a reforma política. Ela é fundamental e improrrogável. Ou chegaremos a um ponto em que movimentos revolucionários pipocarão país afora.
Na Amazônia, subcontinente preso constitucionalmente ao Brasil, desconhecido e ignorado pelo Brasil, a situação é pior, porque o governo imperial só vai à Amazônia atrás de energia hidroelétrica, e sem querer conversa.
*Publicado por Nezimar Borges
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